Há quem diga as duas coisas, mas enfim, como deve ser mesmo um começo? Bom ou complicado, deve ser cauteloso, exige muita tranquilidade, uma dose significativa de paciência, do contrário, pode não ser tão interessante e/ou duradouro. Lembre-se: Estou escrevendo sobre RELACIONAMENTO, e certamente há exceções, mas compartilhando da minha experiência, acredito bem naquilo que relatarei adiante.
Jamais esqueci (e faz muito tempo que li) da frase de Mark W. Baker em seu livro, JESUS, o maior psicólogo que já existiu:
" As mudanças rápidas são frequentemente temporárias, mas o crescimento lento transforma profundamente."
Não nos causa surpresa se ouvirmos dizer que vivemos no mundo onde as coisas acontecem muito rapidamente (algumas) e normalmente agimos com velocidade, sempre porque temos algo a fazer logo a seguir e não me abstenho em relatar que O IDEAL de relacionamento é aquele onde não há pretensão de ter outro mais adiante, caso não seja, "a fila andará " e foi tempo perdido. Mas este é um aspecto que não temos como julgar, nem a própria pessoa envolvida no início terá como fazê-lo, aliás, provavelmente estará muito ocupada com o COMEÇO do RELACIONAMENTO. Será ilusão minha ou você também conheceu alguém que ao "enveredar na seara de um novo amor" se afastou de suas atividades rotineiras, família, amigos, faculdade, igreja, GC, Deus? Os gastos se excederam, embora não houvesse nenhum problema quanto a gasolina , o sono se foi e não somente por causa da paixão, etc.
Meu interesse em escrever este texto, não é enumerar dicas para quem está começando um relacionamento (embora eu as tenha), mas consiste em um fato de extrema relevância, no COMEÇO, a ansiedade, a pressa e sensações parecidas, permitem que o coração esteja mais suscetível a ser refém de alguém e este resgate pode custar muito caro, não se submeta a isso, mantenha a chave do seu coração no seu bolso, mantenha o SEU CORAÇÃO na sua mão, melhor ainda, mantenha-o nas MÃOS DE DEUS! Se observar (pelo menos tente) que você está se afastando da sua vida normal, dos seus hábitos e de pessoas, que seu humor está dependendo de ligações, mensagens, emails, ou da mudança de status do relacionamento no facebook, que existem coisas que estão fora do seu controle, RENOVE A SUA MENTE! E aqui cabe uma dica retórica que nem é minha, mas é melhor "sofrer" no começo do que adiar tal sentimento.
Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida. Pv 4:23
SE LIGA MEU IRMÃO, MINHA IRMÃ! Dentro de você existe uma vida, NAMORO NÃO é tempo de abrir mão de algumas coisas (me refiro a coisas saudáveis). Se há esta solicitação (imposição?) de alguma das partes algo está errado, se fizer isso no COMEÇO, antes de chegar "NA METADE", você sentirá falta do que fazia, de com quem saía, ou até mesmo de ficar em casa, e aí será O COMEÇO do FIM.
Não sei se você passou pelo "treinamento" com carga horária de 120hs e também não sei qual o começo ideal para ti, mas sei como foi o meu começo ideal e se você soubesse de onde vim e o que fiz na vida pregressa (depois eu conto), consideraria minha sugestão.
Procure o centro (EQUILÍBRIO) e não OS EXTREMOS porque quem está nos extremos está mais perto de despencar.
Deus abençoe!
Procure o centro (EQUILÍBRIO) e não OS EXTREMOS porque quem está nos extremos está mais perto de despencar.
Deus abençoe!

émais ou menos isso aew ....
ResponderExcluir"O abduzido não é um amante maduro. É aquele que quando dá por si, deixou de ouvir o rock de que tanto gostava, de ver os filmes cult ou os jogos de futebol, de vestir-se como sempre vestiu só porque Fifonho (ou Bodoquinha) não gosta. É aquele cara que se vê, certo dia, assistindo ao Domingo Legal no sofá da namorada (ou do namorado), com tios, primos e o papagaio do cônjuge, depois de um almoço-família, cujo menu inclui a famosa geléia de mocotó da matriarca e o frango na cerveja da tia gorducha de pele oleosa.
O abduzido geralmente é feliz em sua santa ignorância e acha que as reclamações de parentes e amigos quanto ao seu sumiço não passam de implicâncias com sua "alma-gêmea". Ele não consegue ir até o ponto de ônibus sem a ciência dela. Viajar com a turma, encontrar os amigos numa festa ou bar sem a presença dessa figura vigilante e onipresente, então, nem pensar. Ainda assim, o sorriso abestalhado que o abduzido estampa na cara não se desfaz nem mesmo quando Fifonho (ou Bodoquinha) o xinga ou o repreende em frente aos outros. Para se ter noção da dimensão do problema: ele chega a achar que flores de plástico são lindas.
Inevitavelmente, chega o dia em que o cônjuge se cansa de tanta servidão, de tanta falta de personalidade. Convenhamos, um capacho não inspira muita admiração. Nesse dia, então, você recebe sua carta de alforria. E ela vem assim, com um gosto amaríssimo, junto com uma bofetada e um ponta-pé. Você fica arrasado, achando que não poderia ter te acontecido coisa pior e acha que será impossível viver sem os maus-tratos a que estava tão acostumado. Mas, vai por mim, depois que a tempestade passar, você vai perceber que foi a melhor coisa que te aconteceu na vida e que se livrou de uma enorme encrenca."
Muito bom! Seja quem for você! Parabéns... e obrigado!
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